Superbactéria foi ao espaço – e voltou ainda mais forte
Ela foi descoberta nas oficinas da Nasa e batizada de SAFR-032 (a sigla é uma abreviatura, em inglês, de "local de montagem de naves").

Um dos assuntos espaciais que mais deu o que falar no ano passado foi o Planeta Nove. Você já deve ter ouvido falar nele: muitos astrônomos estão certos de que um mungo gigantesco, dez vezes mais massivo e quatro vezes maior que a Terra, exista nos confins do Sistema Solar. 

 

Cassini-Huygens irá mergulhar na atmosfera do planeta Saturno.

Pesquisadores encontraram novos indícios que podem comprovar que nós vivemos em um gigantesco vazio. Essa não é uma descoberta da psicanálise, mas, sim, da astronomia.

 

A equipe dos cientistas da Universidade de Sheffield e da Universidade da Reina de Belfast (Reino Unido) capturaram o momento exato da maior erupção solar dos últimos 12 anos.

Os astrônomos estão chegando cada vez mais perto de achar uma segunda Terra no cosmos. Um mundo desses pode, um dia, se tornar o segundo lar da humanidade, ou se já abrigar vida, oferecer a valiosa oportunidade de estudá-la.

Cientistas acreditavam que as enormes auroras nos Polos de Júpiter teriam a mesma natureza do que as terrestres. Não obstante, recentes investigações indicam que isso não é bem assim.

Nesta sexta-feira (12/9), uma tempestade solar fortíssima deve atingir a Terra. O Solar Dynamics Observatory, órgão da NASA que monitora o nosso sol, detectou duas explosões de classe X (a mais forte na escala) na última terça (9/9) e quarta (10/9), que no momento viajam em direção ao nosso planeta a cerca de mil quilômetros por segundo.

A sonda espacial Cassini transferiu para a Terra os últimos vídeos e fotos dos gêiseres do Encélado – lua de Saturno – que arremessam fluxos de água quente para o espaço infinito.

A distância entre uma estrela e outra pode ser muito, muito grande. Esse vazio enorme, na verdade, não é bem vazio. As partículas que estão lá, soltas no vácuo, ajudam a entender melhor como o Universo foi formado. O conjunto dessas partículas tem um nome que talvez você recoheça: poeira interestelar. A NASA anunciou que, pela primeira vez, uma pequena amostra desse material espacial foi coletado e está sendo estudado por cientistas.

Astrônomos identificaram um corpo celeste que é, muito provavelmente, um planeta vagando solitário pelo espaço, não girando em torno de uma estrela hospedeira.

 

O robô que a NASA pretende mandar a Marte em 2020 será equipado com sete instrumentos científicos que permitirão realizar experiências e testar tecnologias de exploração, anunciou nesta quinta-feira a agência espacial americana.

Descoberta a estrela de maior massa do Universo

Uma equipe de astrônomos da Universidade de São Paulo e da Universidade do Texas estão por trás de um estudo que descobriu detalhes do núcleo rochoso de um planeta gigante. A pesquisa dá pistas aos cientistas sobre o processo de formação planetária fora do sistema solar.

Vênus nem sempre foi esse planeta mal encarado que conhecemos hoje - com a temperatura elevada e uma pressão que esmagaria ossos humanos. Há algum tempo, os astrônomos suspeitam que o planeta possa ter abrigado vida em algum momento. Agora aNASA tem evidências que confirmam a hipótese.

 

 

Os modelos de formação dos planetas rochosos do Sistema Solar desenvolvidos nas últimas duas décadas têm sido bem-sucedidos na explicação da origem de Vênus e da Terra - com tamanho similar - e de Mercúrio, que tem apenas 5% da massa da Terra.

O Sol não é só uma estrela que influencia os planetas ao seu redor, ele também é um corpo em constante variação, com explosões violentasde radiação, e um exímio formador de energia em quantidades absurdas para os padrões terrestres.

 

A imunoterapia obteve grandes avanços na luta contra cânceres como o melanoma, que se acreditava incurável, embora cientistas ainda não compreendam porque o tratamento funciona bem em alguns casos e não em outros.

A crise chegou ao espaço, e os indicadores da indústria já foram afetados: pesquisadores da Universidade de Cambridge acabam de encontrar a menor estrela da história. Ela é um tantinho maior que Saturno, poderia se esconder atrás do gigante gasoso Júpiter e tem apenas o mínimo de matéria necessário para desencadear o processo de fusão nuclear que caracteriza uma estrela.

 

 

                                                                                                                                                                            Uma equipe internacional de astrônomos liderados pela Universidade de Genebra descobriu a existência de um novo tipo de planeta, de composição rochosa e com uma massa 17 vezes maior que a Terra, informou nesta segunda-feira a instituição.

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